Próximas ao Círculo Polar Ártico se encontram as ilhas Westman, pertencentes à Islândia. Nos últimos anos, elas ficaram famosas graças à uma estrutura de rocha muito semelhante à cabeça de um enorme elefante que mergulha sua tromba sob as águas frias do Atlântico, como se estivesse bebendo-as.

É difícil acreditar que o ‘elefante’ que espreita nesta falésia de 200 metros de altura seja totalmente natural. Os olhos, tronco e orelhas parecem perfeitamente definidos. Até mesmo a textura da rocha basáltica se assemelha à pele enrugada e cinza de um elefante.

Podemos garantir que esse ‘ser marinho místico’ definitivamente não é um mero truque de Photoshop.

Leia também: Mulher reencontra sua cadela pit bull que fugiu de casa após um ano: ’12 meses vivendo nas ruas’

A ‘Rocha do Elefante’, como é denominada, fica a cerca de 7 km da costa sul da Islândia, em uma área conhecida por rochas e ilhas formadas por séculos de erupções vulcânicas. Localizada na divisão entre duas placas continentais, a atividade vulcânica é frequente abaixo do nível do mar à medida que a terra se separa.

Você pode encontrar o rosto do elefante na parte oeste de Heimaey, a maior e única ilha habitada da região.

Acredita-se que a Rocha do Elefante seja relativamente jovem, formada quando o Monte Eldfell , um cone vulcânico no centro da ilha, entrou em erupção sem aviso em 1973. Olha só:

Mais do que um destino turístico único, o entorno da Rocha é conhecido por sua maravilhosa área de observação de pássaros e baleias e é o lar do maior grupo de papagaios-do-mar do Atlântico que nidificam durante o verão.

A Rocha do Elefante da Islândia não é a única formação de pedra semelhante ao grande animal – você também pode encontrar exemplares semelhantes em uma rodovia na Sardenha (Itália), em Nova Taipei (Taiwan) e até no deserto da Arábia Saudita.

Mas nenhum pode se comparar à perfeição da maravilha natural da Islândia, que realmente se destaca das demais.