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Quando o fotógrafo americano Corey Hancock resolveu fazer uma trilha em uma reserva natural de Oregon, certamente a última coisa que ele esperava encontrar era um bebê urso morrendo bem diante de si.

O filhotinho estava acabado. Segundo Hancock, o pobre animal estava “deitado de costas, parecendo estar morto”. O fotógrafo conta que o urso estava com os lábios azulados e os olhos imóveis. E conforme a chuva caía, o coitadinho ficava encharcado.

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No entanto, Corey estava intrigado com a cena e resolveu se aproximar do animal. Foi nessa hora que ele sentiu uma rasa e leve respiração. O urso estava vivo. E nesse momento, ele sabia que precisava tomar uma atitude: “Eu pensei no meu bebê em casa. E o urso parecia uma criança. Eu deveria ficar lá parado e vê-lo morrer na chuva? Não, eu precisava fazer alguma coisa”, disse.

Contudo, a decisão de salvar o animal envolvia um risco para Corey. Ele poderia ser multado ou até mesmo preso por retirar o urso da reserva, mesmo que suas intenções fossem as melhores possíveis.

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Mas naquele instante, a vida do mamífero era o que mais importava. Hancock o levou para o seu carro, onde chegou a precisar realizar um procedimento de boca a boca ao ver que o urso sofria para respirar. “O tempo todo eu tinha a certeza de que uma mãe ursa furiosa viria até mim”, disse o fotógrafo. Corey concluiu sua jornada com o animal o levando a um veterinário. Ele estava com fome e com severa desidratação.

Conforme foi sendo tratado, o animal demonstrou plena recuperação e hoje já está apto para retornar à reserva. E o melhor de tudo é que o Departamento de Peixes e Animais Selvagens de Oregon decidiu não punir Hancock por levar o animal para fora da reserva.

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