Aprenda 7 dicas para aumentar a longevidade de um pet

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Todo mundo que tem um pet em casa já pensou nisso antes: o que será que eu posso fazer para permitir que o meu animal de estimação viva mais? Afinal, se a gente pudesse criar uma fórmula mágica para eles terem vida eterna, a gente faria, não concorda?

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Bom, ainda não temos essa fórmula e talvez nem a tecnologia tenha alcançado voos tão altos. Porém, a boa notícia é que a ciência já encontrou maneiras de provar que os pets podem viver mais, terem uma vida mais longa. Quer saber como? Confira aí alguma dessas dicas!

Aprenda 7 dicas para aumentar a longevidade de um pet
Foto: (reprodução/internet)

1 – As vacinas como forma de prevenção de doenças

A verdade é que não tem como começar de outra forma se não for para falar sobre as vacinas, certo? Isso porque uma das principais causas de mortes prematuras em pets vem das doenças, além dos acidentes, obviamente.

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Foto: (reprodução/internet)

A vacina tem o papel de tornar o organismo animal mais resistente à várias doenças. Claro que isso não vai servir como proteção para que eles não fiquem doentes. Mas, se ficarem, o corpo vai conseguir responder melhor a esse momento.

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Então, fica a dica para sempre aplicar vacinas conforme o roteiro deles. Já vacinar animais doentes não é legal porque a resposta não será positiva. E, por fim, saiba que a vacinação só pode ser feita por médicos veterinários com conhecimento para isso.

Existem vacinas obrigatórias para pets?

Apesar de não serem obrigatórias por lei, as vacinas são muito recomendadas. Inclusive, existe uma caderneta de vacinação para cachorros e outra para gatos, que informam sobre as doses e vacinas a serem tomadas em cada fase da vida.

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Foto: (reprodução/internet)

Em cães, por exemplo, a cinomose é uma delas já que muitos cachorros sofrem de virose. A parvovirose é outra, sendo mais focada no trato digestivo. Tem ainda a de hepatite infecciosa. Aí tanto para gatos como cães, vem: leptospirose, coronavirose, antirrábica e para influenza. 

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2 – O cuidado com os remédios diários

Aqui é mais uma questão diretamente ligada à saúde dos pets. Isso porque muita gente tem o mau hábito de ficar administrando vermífugos e anti-pulgas de maneira constante nos seus animais de estimação. Porém, todo exagero é ruim. Inclusive, esse.

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Foto: (reprodução/internet)

Apesar de serem remédios que podem fazer surtir bons resultados na proteção contra parasitas, o exagero acaba tendo efeito contrário. Isso porque remédios são produtos químicos que podem causar problemas no fígado e nos rins, por exemplo. 

Logo, o excesso e o uso indevido deles trazem prejuízos a saúde do cão ou do gato. E não é isso que os donos querem que aconteça, certo? Se for necessário, use, mas com critério. E sempre faça isso com orientação médica e nunca por conta própria. 

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3 – Uma dieta alimentar de qualidade

Se há um ponto que nos assemelha demais aos bichos é sobre a alimentação saudável, sabia? Pode parecer uma grande bobagem porque muita gente pensa que gato e cachorro só tem que comer ração e isso é o que importa para viverem mais tempo.

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Foto: (reprodução/internet)

Calma, amigos. Na verdade, o que se sabe é que a alimentação adequada é importante para os pets. Mas, aí vem a pergunta: o que é uma alimentação adequada? Ração, sim. Só que conforme a raça, a idade e o porte, também é possível incluir outros alimentos nessa dieta.

E isso inclui carnes e vegetais, por exemplo. O que muda é o fato de que precisamos preparar tais alimentos de modo que não percam seus nutrientes e, ao mesmo tempo, não cause problemas aos animais. Os transgênicos não são indicados.

Existe uma melhor ração para os pets

Na verdade, o mercado de rações é muito extenso. Ao passo que são variáveis os benefícios de cada marca, tipo de ração e isso vai variar também conforme o animal. O que se recomenda é uma escolha que considere os ingredientes do alimento.

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Foto: (reprodução/internet)

Assim, a dica é escolher uma ração que tenha carne, frutas, grãos e vegetais. Para quem está em dúvida do que buscar, considere que na lista de “ração boa e barata”, os veterinários indicam marcas como Premier Pet, Royal Canin, Purina, Selecta, Farmina Pet Foods e Lupus Alimentos.

4 – A água tem que ser fresca e filtrada

Ainda falando sobre a alimentação do pet, sabia que os animais precisam de água, certo? Assim como no nosso caso, esse é um item essencial para a sobrevivência! Logo, existem até mesmo médias e orientações para a quantidade de consumo de água.

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Foto: (reprodução/internet)

Um exemplo verdadeiro: um cão de 5 quilos (médio porte) precisaria ingerir ao menos 370 ml de água por dia para se manter hidratado. É claro que não precisa ser tudo de uma só vez, né. Se ele come ração seca, abaixo de 10% de umidade, a ingestão de água tem que ser maior.

O importante é saber que a falta de água no organismo pode acarretar doenças sérias, como nos rins, as infecções e até mesmo a produção de cristais (o famoso cálculo renal). Portanto, para mantê-los vivos por mais tempo, já sabe: hidrate-os! Lembrando que a água precisa ser filtrada e fresquinha.

5 – A prática regular de atividades físicas

Sabia que uma das maiores ameaças para a vida animal é a obesidade? Isso no que diz respeito aos animais domesticados, como cachorros e gatos. Afinal, devido à rotina e cotidiano pode ser que eles não pratiquem atividade física como faria se estivessem na natureza.

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O excesso de peso é um problema grave. A boa notícia é que pode ser solucionado a partir de pequenas mudanças de hábitos. Primeiro, já vimos que a alimentação saudável é importante. Agora, a dica é criar uma rotina de exercícios físicos.

Com esses cuidados, o pet vai viver mais. No caso das atividades, saiba que isso auxilia até mesmo naquela troca que a gente conhece bem: da massa gorda com a massa magra. Então, não se trata de emagrecer e sim de fortalecer o corpo do bicho. Pense nisso.

6 – O cuidado com a higiene oral

Aqui um ponto que vai ser surpresa para muita gente, viu. Então, segure-se para não se assustar e lembre-se que é uma dica que se for aplicada desde já pode fazer surtir muitos resultados positivos. Bora lá ver do que se trata?

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Foto: (reprodução/internet)

Quem já teve uma dor de dente vai entender isso. Só que mais do que sentir a dor, o problema maior vem quando os problemas na saúde bucal do animal podem chegar a outras partes do corpo, como as infecções, que em muitos casos tornam os bichos doentes.

Com dentes fracos e desgastados, além de tudo, é provável que eles não consigam se alimentar direito, da forma certa. Aí vem outros problemas, como da desnutrição. Ah, pets têm tártaros também, viu, assim como placas bacterianas, etc. Cuide disso.

Como cuidar da higiene bucal do pet

Criamos esse pequeno tópico a mais porque muita gente tem dúvidas sobre como fazer esse cuidado diariamente com o gato ou cão. Existem alguns pontos que vão ajudar nessa compreensão e podem servir como orientação para os próximos dias.

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Foto: (reprodução/internet)

Primeiro, saiba que a recomendação é que se faça uma revisão anual da saúde bucal do pet. Depois, considere que roer ossos ou objetos é uma maneira que eles possuem de cuidar dos dentes, ou seja, acaba sendo natural. E preste atenção na dureza dos alimentos para eles.

7 – A importância do lazer para os pets

E para fechar as nossas 7 dicas, essa daqui que também vale ouro, já que pouca gente sabe. Hoje em dia, muitos pets estão sofrendo de doenças psicológicas, devido a vários motivos. A questão é que tem como reverter isso e de maneira simples, como com jogos e brinquedos.

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Foto: (reprodução/internet)

Existem muitos desses produtos para cães e para gatos que são voltados para os pets e que possuem tecnologia para favorecer os aprendizados. Assim, além de se divertirem, eles também podem aprender mais sobre alguma ação ou comportamento. 

Engana-se quem pensa que os jogos ou brincadeiras para pets são apenas para os que são novos, como filhotes. Na verdade, nunca é tarde demais para incluir uma rotina divertida na vida do seu pet. Sem contar que é uma forma de se aproximar dele.

Quais os melhores brinquedos para pets

Um ponto legal de se observar é que existem muitos brinquedos, brincadeiras, itens e formas de trazer o lazer para os pets. O que você precisa fazer é saber sobre o espaço que possui para isso, os gostos do animal, o porte deles e outros detalhes.

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Foto: (reprodução/internet)

Quem tem quinta pode até pensar em um playground canino. Ou existem as pelúcias para que eles se divirtam. As bolas sempre são recomendadas. Há outras brincadeiras que valem a pena, como cabo de guerra, caça ração, esconde-esconde, comandos de treino, pulos, etc. 

Quanto tempo um pet vive?

Para terminar o conteúdo do jeito que a gente gosta, vem aqui uma curiosidade: qual será que é a média de vida (ou melhor, a expectativa de vida) de um animal de estimação? Apesar de estar na boca das pessoas, muita gente erra essa resposta, viu.

A média de vida de cachorros fica em 13 anos, mas varia muito conforme a raça. De modo geral, eles vivem entre 10 e 13 anos. No caso do gato, também fica em 13 anos. Porém, há uma média que é mais extensa, indo dos 12 até os 18 anos, se ele for domesticado.