Tartaruga gigante considerada extinta é encontrada na ilha de Galapagos um século depois

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Pela primeira vez em mais de um século, uma tartaruga gigante considerada extinta foi descoberta viva na ilha de Galápagos – oferecendo uma nova esperança à espécie.

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Wacho Tapia, diretor da Giant Tortoise Restoration Initiative, chama a descoberta de “talvez a descoberta mais importante do século”.


Embora não tenham sido oficialmente declaradas extintas, estas tartarugas gigantes (Chelonoidis Phantasticus) da ilha de Fernandina, foram tidas como desaparecidas para sempre – e com razão. O último avistamento, de uma única tartaruga macho, foi em 1906.

Nas décadas desde então, houve sinais de sobrevivência contínua da espécie na ilha. A descoberta ocasional de excrementos de tartaruga e marcas de mordida fornecia alguma segurança, mas as próprias tartarugas permaneciam fora de vista.

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Isto é, até recentemente.

Nesta semana, Marcelo Mata , ministro do Meio Ambiente do Equador (que administra as Ilhas Galápagos), anunciou que os pesquisadores de uma expedição financiada pelo Planeta Animal, haviam localizado uma tartaruga gigante fêmea em Fernandina.

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“Ela é velha, mas está viva!” Tapia escreveu online, adicionando:

“A conservação das tartarugas gigantes de Galápagos tem sido o meu mundo há 29 anos e tenho participado de muitos eventos emocionantes, incluindo a descoberta de uma nova espécie de tartaruga. Mas desta vez, a emoção que sinto é indescritível “.

Após escapar da descoberta por mais de um século, a tartaruga descoberta na Ilha Fernandina estava compreensivelmente tímida. Agora é esperar que ela não esteja sozinha.

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A fêmea solitária foi, desde então, transferida com segurança de Fernandina para uma instalação de criação de tartarugas em uma ilha vizinha. Enquanto isso, a busca continua por outros de sua espécie – particularmente um parceiro, para que se possa pensar em um ressurgimento de sua espécie.

No passado recente, o programa de criação de Galápagos ajudou a evitar a extinção de outras tartarugas raras na pequena cadeia de ilhas. E, com um pouco de sorte, um dia essa espécie também conseguirá voltar do abismo – lentamente, como é sua natureza, mas de forma constante também.


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Tradução e adaptação por Portal do Animal, da matéria originalmente criada por Stephen Messenger, no portal The Dodo