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Há alguns meses, a ativista norte-americana Judy Obregon encontrou uma gambá grávida aparentemente morta à beira de uma estrada. Sensibilizada com a situação do animal, ela parou para averiguar se o bichinho ainda respirava.

Felizmente, a gambazinha ainda tinha sinais vitais. Judy logo pegou-a com cuidado, levou-a para seu veículo e partiu em direção à casa de sua sogra, Tabatha, especialista em vida selvagem que saberia o que fazer.

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“Ela não tentou me morder nenhuma vez. Ela sabia que estava lá para ajudá-la, não para machucá-la. Só queria que se recuperasse logo”, disse Tabatha.

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Em meio à reabilitação, a gambá ganhou o nome de Angel. Ela tinha medo e frequentemente abraçava o marido de Tabatha para se sentir mais segura.

Judy, que é fundadora de um centro de resgate de animais em Fort Worth, Texas (EUA), vivencia essas situações todos os dias, enquanto resgata cães e gatos (e agora até gambás!).

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“Não é algo típico, porque costumo resgatar cães e gatos. Isso é fora do comum para mim, mas eu não teria parado de fazer isso. Ela é um animal vivo e seu coração batia forte quando a encontrei”, afirmou a ativista.

Meses depois, Angel se recuperou totalmente e foi solta em uma propriedade de 60 acres onde a caça é proibida. Agora aproveita a vida com outros gambás na propriedade, onde também há um lago e um grande jardim.

“O melhor de tudo é que seus bebês estão todos ativos e saudáveis. Angel agora vai viver feliz, onde nenhum ser humano vai machucá-la novamente, muito obrigado a Tabitha. Obrigado a todos que compartilharam esta história inspiradora!”, escreveu o santuário ‘Save Animals in Danger’ no Facebook.

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