Homem salva cadelinha com doença terminal e lhe dá os melhores últimos anos de sua vida

A pit bull Ayita vivia em uma situação deplorável nas ruas de Patterson, Nova Jersey (EUA). Abandonada por seu antigo dono, precisava recorrer a restos de comida no lixo para sobreviver e subsistir ao dia seguinte.

Sua situação precária, semelhante a que tantos outros cães em situação de rua passam todos os dias, era comum e infelizmente, não chamava a atenção.

Até que um dia, enfim, alguém se sensibilizou por sua condição: o ativista voluntário Craig, da ONG “New York Bully Crew”, que resgatou a cachorrinha e levou-a até o abrigo da entidade.

Os anos vivendo na rua cobraram o preço de Ayita: ela estava muito debilitada e precisava de ajuda urgentemente.

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Craig a levou até uma clínica para fazer exames.

Lá, ela foi diagnosticada com MPS (ou mucopolissacaridose), uma rara condição que impede que Ayita metabolize adequadamente o açúcar. A doença encurta bastante a expectativa de vida, especialmente a dos cães.

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A pit bull precisa ser medicada rotineiramente e sendo bem cuidada como é agora, poderá viver mais alguns anos, com a qualidade de vida e o amor que até então nunca teve.

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Craig, que também chama a si mesmo de ‘pit bull’, sabe como uma aparência dita ‘diferente’ pode ser mal interpretada.

A conexão que ele forjou com Ayita o motivou a adotá-la e agora, o rapaz cuida dela a partir de sua casa.

Sempre que Craig canta para Ayita, seu corpo não para de se mover. Ela ama ouvir seu papai! Além disso, ela está muito contente por poder ficar ao lado dele, e se ‘recusa’ a deixá-lo sair de casa sem ela.

Hoje, Ayita está muito feliz ao lado de Craig e está se recuperando de seus antigos traumas emocionais. Seu dono fez uma promessa a si mesmo: garantir que a pit bull tenha uma vida maravilhosa em seus últimos dias.

“Ela me fez olhar o mundo de uma maneira diferente”, afirmou o rapaz.

Estima-se que a cachorra tenha mais dois anos de vida. “Serão muito bem aproveitados”, promete o ativista.

“Eles dizem que, quanto mais amados, mais tempo viverão. Se esse for o caso, ela viverá mais 20 anos”, finaliza Craig.

Para assistir à história de Ayita e Craig, clique no vídeo abaixo:

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