Há alguns meses, a israelense Zilla Bergamini estava navegando pela internet quando encontrou um vídeo que mostrava diversos gatinhos da raça Sphynx (ou gato pelado canadense), e, fascinada pela raça, se apaixonou por uma filhote disponível para adoção.

Batizada de ‘Lucy’, a gatinha nascera com hidrocefalia, uma condição neurológica rara caracterizada por um acúmulo excessivo de líquido no cérebro.

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Bergamini adotou-a no abrigo e viabilizou uma cirurgia veterinária que reduziu consideravelmente a gravidade do problema, prolongando sua expectativa de vida.

Atualmente, a gata de 1 ano e meio vive muito bem, acolhida em um lar que a ama incondicionalmente. Olha só que olhos incríveis:

“Ela adora sair”, diz Zilla. “Lucy senta em um carrinho de bebê ou dentro de uma bolsa e aprecia a vista. Toda vez que saímos, ela tenta se esgueirar dentro do carrinho ou da minha bolsa”, relata.

“Antes de mais nada, ela é super social e adora sair”, complementa.

Lucy precisa de acompanhamento médico constante, mas vive com qualidade de vida. “Ela é mais delicada que um gato ‘normal’. Mas como seres humanos, os animais de estimação podem ter deficiências, mas vivem vidas felizes e podem dar tanto amor quanto qualquer outro animal de estimação, se não mais”, atesta a israelense.

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