“A porta da varanda estava fechada quando eu ouvi esses tap-tap-taps.”

Havia sido uma difícil semana para Michelle Burleson, pois o seu cachorro de 13 anos Budgie, acabara de ser levado por ela ao veterinário para ser sacrificado, e desconsolada naquele dia, retornava para casa.

A sua dor era imensa pela perda do seu grande amigo Budgie, e parecia que nada no mundo poderia trazer alívio e alegria à sua vida, até ela ouvir batidas na sua porta.

Acompanhe essa linda história de amizade:

Conta Michelle: “Minha porta dos fundos estava fechada e eu ouvi essas batidas nela. Fui investigar, mas não vi nada até olhar para baixo e ver um pequeno esquilo magro me encarando.”

“Quando abri, ele não fugiu”, acrescentou Michelle. “Nós meio que apenas nos olhamos.” Então pegou um punhado de nozes e as jogou no pátio.

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Ela imaginou que aquele ‘encontro’ terminaria ali mesmo, porém, naquela mesma noite o esquilo retornou e permaneceu espiando e dava para ver a sua cabeça pela porta dos fundos. O esquilo novamente correu quando Michelle tentou se aproximar dele.

Não demorou muito para os dois estabelecerem uma rotina: “Ele apareceu na manhã seguinte ao nascer do sol e novamente ao pôr do sol, como um relógio todos os dias”, disse Michelle. “Suas visitas diárias consistentes me deram algo pelo que esperar”.

O esquilo recebeu o nome de Stymie e, pela primeira vez, a Michelle sentiu o peso de sua dor pela perda do seu cão diminuir. Stymie se alimentou, ganhou peso e também se tornou mais feliz. “Nós lentamente começamos a confiar um no outro cada vez mais”, disse Michelle. “No começo, eu estava com medo de que ela pudesse me morder ou algo assim, mas ela sempre foi muito gentil.”

Stymie começou a ficar bem à vontade, como se a casa fosse sua, bebendo da velha tigela de cachorro de Burleson e dormindo na cama de cachorro. “Ele ficava algumas horas por dia em seu lugar no sofá ou no meu colo”.

O esquilo Stymie trouxe uma nova vida para Michelle que decidiu iniciar sua empresa dos sonhos, então ela vendeu tudo o que possuía e começou a viajar pelo mundo. Isso significava que ela tinha que dizer adeus a Stymie – quebrando seu coração novamente.

“Não posso negar que chorei na última vez que saí pela porta”, disse Burleson. “Enquanto eu me afastava, eu a vi correr pelo meu espelho retrovisor, de pé sobre as patas traseiras me olhando. Virei o carro uma última vez para me despedir.

Stymie ainda vive na sequóia, no antigo quintal de Michelle, e o pequeno esquilo provavelmente não fazia ideia de que mudou a vida de alguém para sempre.

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“Ele era realmente um ótimo amigo quando vivi um dos momentos mais tristes da minha vida”, disse Michelle. Tudo o que sei é que os animais são os melhores.”


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