Dois elefantes separados unem as trombas para se despedirem para sempre

Marfim é o nome dado à matéria branca-leitosa que se forma nos dentes dos elefantes quando este é removido do animal em especial quando é removido do animal e trabalhado em obras de arte. O termo também é usado para as defesas de outros animais, como o hipopótamo e o narval.

A extração e o comércio do marfim são as principais causas do decréscimo na população de elefantes, especialmente na África. Diversos governos pelo planeta já proibiram o seu comércio, mas ainda assim mais de 50.000 elefantes são mortos anualmente.

Caçados, raptados de seus habitats naturais e mantidos em cativeiro por longos períodos, os elefantes não vivem uma vida fácil. Animais sociáveis como são, eles perdem o contato com outros elefantes e a flora na qual tanto se acostumaram, além de não terem mais o ‘privilégio’ de comerem folhas frescas ou se banharam em lagos amenos, onde podem brincar e criar suas crias.

Eventualmente, eles compartilham o cativeiro com outros elefantes, mas por vezes são separados ao bel prazer do mercado negro.

Um elefante que há 11 anos convivia em uma jaula com outro elefante, foi separado de seu único amigo, vendido para um zoológico na Ásia.

Um outro caso mais recente foi o de Flavia, uma elefanta de quase meio século que morreu no Zoológico de Córdoba, na Espanha, onde havia chegado quando ainda era um bebê.

Flavia sofria de depressão, entre outros problemas psicológicos, por ter vivido tanto tempo em cativeiro, além de ter sido separada da mãe.

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Apesar de inúmeros esforços terem sido feitos por entidades e organizações não-governamentais, nenhuma medida ou ação foi efetiva o suficiente para deter o abuso sofrido por esses animais, tanto no Ocidente, quanto no Oriente.

Uma publicação feita no Facebook pelo cuidador Soumya Vidyadhar também expôs um outro caso, onde dois elefantes, amigos de longa data, foram separados abruptamente, cada qual vendidos para um zoológico diferente.

Eles tocam as suas trombas, um sinal de afeição entre eles, como se dissessem adeus.

O sofrimento da espécie cessará um dia? Mamíferos como os elefantes pertencem a lugares naturais e abertos, onde podem viver e crescer com sua família e outros da sua espécie.

Apenas com maior fiscalização e legislação mais dura será possível para reverter tal situação.

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Adaptação por Portal do Animal, escrito por Gabriel Pietro, da matéria originalmente criada por Mulher Contemporânea.

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