Dia da Terra: 4 animais que sumiram da América Latina nos últimos 15 anos

As ações e reações provocadas pelos seres humanos são um dos fatores que mais contribuem para a extinção de outras espécies do planeta.

Com esse fato à mesa, em 1992, a ONU declarou 22 de abril como o Dia Internacional da Mãe Terra e dedicou o ano à “preservação de espécies afetadas pelo impacto ambiental causado por humanos na Terra”.

Naquela edição, diversas ONGs e entidades não-governamentais afirmaram que reforçariam suas ações para proteger os animais sob risco de desaparecerem para sempre.

Infelizmente, para milhares de animais, é tarde demais. Abaixo, listamos quatro espécies que viviam na América Latina e desapareceram por causa das ações do homem. Confira:

A ararinha-azul

Ficou famosa com a premiada animação Rio, lançada em 2011. A ave azul foi declarada extinta de seu habitat natural em  2000, 11 anos antes da estreia do filme.

A espécie que só existia em território tupiniquim foi afetada pelo desmatamento e pela caça para ser vendida como ave exótica por sua beleza peculiar, segundo um estudo de setembro de 2018 da organização Bird Life. A pesquisa afirma que, embora esteja extinta na natureza, entre 60 e 80 ararinhas-azuis sobrevivem em cativeiro.

Em 2016, uma ararinha-azul solta foi vista na zona rural de Curaçá, no extremo norte da Bahia. A origem da ave é um mistério.

A tartaruga gigante de Galápagos

A última tartaruga gigante de Galápagos vivia no Equador. Era conhecida como George Solitário e morreu em 24 de junho de 2012 de velhice, com mais de cem anos de idade! A população da espécie foi diminuindo gradativamente até chegar à extinção por conta da caça desmedida para a venda de sua carne e de seus cascos.

Na época dos piratas, em pleno século 18, descobriu-se que tartarugas podiam sobreviver em navios por muitos meses, sem comida nem água. Os navegadores que frequentavam Galápagos no século seguinte começaram a extrair grandes quantidades de tartarugas vivas e armazená-las nos barcos como fonte de carne fresca em suas longas viagens, segundo Linda J. Cayot, da organização Galapagos Conservancy.

O sapo dourado

O anfíbio foi vítima das mudanças climáticas. Para se reproduzir, era necessário certo nível de umidade, mas a alteração do clima em seu habitat fez com que a espécie se extinguisse. O sapo vivia nos pântanos da floresta nublada em Monteverde, na Costa Rica.

Seu habitat natural, os pântanos, secaram por causa da mudança drástica na temperatura na região, o que impediu a formação da neblina que protegia a espécie, segundo o Centro Científico Tropical da Costa Rica.

O sapo dourado foi visto pela última vez em 1989. Em 2008, foi realizada uma expedição em busca de sobreviventes da espécie, mas nenhum foi encontrado.

Foca-monge-do-caribe

A enorme foca-monge-do-caribe nadava pelas correntes do Golfo do México foi declarada extinta em 2008.

A NOAA (Administração Nacional Atmosférica Oceânica) afirmou que seu desaparecimento se deveu a causas humanas. Essa espécie de foca era caçada pela indústria pesqueira, que vendia sua pele e gordura.


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Adaptação por Portal do Animal, escrito por Gabriel Pietro, da matéria originalmente criada por G1.

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